Dificuldade para engolir alimentos, líquidos e até saliva pode indicar disfagia e requer atenção especializada Dificuldade para engolir alimentos, líquidos ou medicações, acompanhada de tosse, engasgo ou sensação de comida presa na garganta podem ser mais do que um incômodo passageiro, indicando a presença da disfagia, um distúrbio que compromete a deglutição e representa riscos à saúde. Para conscientizar sobre o tema, o Hospital Estadual de Trindade – Walda Ferreira dos Santos (Hetrin), unidade do governo de Goiás, realizou uma ação educativa voltada para pacientes, acompanhantes e colaboradores. A ação foi conduzida pela fonoaudióloga do Hetrin, Tuanny Guilarducci, em parceria com a coordenadora da Clínica Médica, Ester Mariana. Durante a ação, a equipe percorreu os setores e leitos da unidade para explicar sobre os sinais e sintomas da disfagia, além de tirar dúvidas sobre a condição. “A disfagia é uma dificuldade para engolir que pode afetar qualquer faixa etária e estar associada a condições neurológicas ou outros problemas de saúde. Pode se manifestar desde dificuldade para engolir a própria saliva até alimentos sólidos e líquidos. Durante nossa ação, orientamos os pacientes e colaboradores sobre a importância do diagnóstico precoce para evitar complicações”, explicou a fonoaudióloga. Sinais de alerta para a disfagia Alguns sintomas podem indicar dificuldades ao engolir e requerem atenção especializada, como engasgos frequentes durante as refeições, sensação de algo preso na garganta, tosse ou sufocamento após engolir alimentos ou líquidos, perda de peso sem explicação ou mudança no padrão de voz, como a rouquidão. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, aproximadamente 25% dos idosos ativos e saudáveis apresentam alguma dificuldade na deglutição. Quando o idoso é debilitado, o percentual pode chegar a 70%, conforme o caso. Além disso, de acordo com a Associação Americana de Fala e Linguagem Auditiva (ASHA), estima-se que a disfagia atinja cerca de 20% da população. Esses números reforçam a importância da conscientização e do diagnóstico precoce da condição. “Se você ou alguém próximo apresenta esses sintomas ou sente desconforto ao se alimentar, é fundamental buscar avaliação de um fonoaudiólogo para diagnóstico e tratamento adequado”, orienta a profissional do Hetrin, hospital administrado pelo Instituto de Medicina, Estudos e Desenvolvimento (IMED).

Hetrin realiza ação no Dia Nacional de Atenção à Disfagia para conscientizar pacientes e colaboradores

Dificuldade para engolir alimentos, líquidos e até saliva pode indicar disfagia e requer atenção especializada

Dificuldade para engolir alimentos, líquidos ou medicações, acompanhada de tosse, engasgo ou sensação de comida presa na garganta podem ser mais do que um incômodo passageiro, indicando a presença da disfagia, um distúrbio que compromete a deglutição e representa riscos à saúde. Para conscientizar sobre o tema, o Hospital Estadual de Trindade – Walda Ferreira dos Santos (Hetrin), unidade do governo de Goiás, realizou uma ação educativa voltada para pacientes, acompanhantes e colaboradores.

A ação foi conduzida pela fonoaudióloga do Hetrin, Tuanny Guilarducci, em parceria com a coordenadora da Clínica Médica, Ester Mariana. Durante a ação, a equipe percorreu os setores e leitos da unidade para explicar sobre os sinais e sintomas da disfagia, além de tirar dúvidas sobre a condição.

“A disfagia é uma dificuldade para engolir que pode afetar qualquer faixa etária e estar associada a condições neurológicas ou outros problemas de saúde. Pode se manifestar desde dificuldade para engolir a própria saliva até alimentos sólidos e líquidos. Durante nossa ação, orientamos os pacientes e colaboradores sobre a importância do diagnóstico precoce para evitar complicações”, explicou a fonoaudióloga.

Sinais de alerta para a disfagia

Alguns sintomas podem indicar dificuldades ao engolir e requerem atenção especializada, como engasgos frequentes durante as refeições, sensação de algo preso na garganta, tosse ou sufocamento após engolir alimentos ou líquidos, perda de peso sem explicação ou mudança no padrão de voz, como a rouquidão.

Segundo dados da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, aproximadamente 25% dos idosos ativos e saudáveis apresentam alguma dificuldade na deglutição. Quando o idoso é debilitado, o percentual pode chegar a 70%, conforme o caso. Além disso, de acordo com a Associação Americana de Fala e Linguagem Auditiva (ASHA), estima-se que a disfagia atinja cerca de 20% da população. Esses números reforçam a importância da conscientização e do diagnóstico precoce da condição.

“Se você ou alguém próximo apresenta esses sintomas ou sente desconforto ao se alimentar, é fundamental buscar avaliação de um fonoaudiólogo para diagnóstico e tratamento adequado”, orienta a profissional do Hetrin, hospital administrado pelo Instituto de Medicina, Estudos e Desenvolvimento (IMED).

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